Sou a Amanda, product designer. Trato produto digital com o critério de quem escolhe fruta boa: observo de perto, testo antes e entrego no ponto.
Plataforma de engajamento da comunidade escolar. O estudante recebe missões no celular; gestão e educadores acompanham pulso da turma, campanhas e clima no painel web. Hoje é produto vendido para escolas.
Quatro passos, na ordem de uma compra: lista, escolha, balança, sacola.
Uma conversa de 40 minutos para entender o problema, quem usa e qual é o prazo. Saio com a lista escrita e você aprova.
Esboço três caminhos e mostro na primeira semana. Prefiro apresentar cedo e ajustar junto.
Protótipo testado com cinco pessoas. O que travar, eu corrijo antes de virar código.
Arquivo organizado, medidas escritas e um vídeo curto explicando cada tela. O time de dev não precisa adivinhar.
Cresci indo à feira de domingo com minha avó e acho que aprendi design ali: olhar de perto, perguntar para quem vende, conferir antes de levar. Trabalho com produto digital há sete anos, entre fintech, saúde e ferramentas internas.
Gosto de time que testa cedo e dá retorno direto. Se o projeto tem usuários com quem conversar, eu me interesso. Nos fins de semana eu ilustro, e quase tudo aqui saiu do meu caderno.
Pesquisa não é reunião com apresentação. Uma manhã ao lado de quem usa rende mais do que três semanas olhando gráfico.
Protótipo cedo, ainda tosco, evita retrabalho bonito e tarde. Mostro na primeira semana, sempre.
Se cinco pessoas travam no mesmo botão, o botão está errado, não as pessoas.